26/05/13

Pratos Típicos de Fortaleza - CE

A cidade de Fortaleza tem um total de 15 praias e seu litoral tem cerca de 34km de extensão. Além das praias, alguns dos pontos turísticos destaque é o Parque Temático Beach Park, Centro Dragão do Mar e a praia de Iracema.
Você também pode conhecer várias atrações secundárias. Além disso na cidade existem dezenas de hotéis, pousadas e resorts.
as belezas naturais do lugar são incríveis e inesquecíveis. A vegetação predominante no local é o mangue e a restinga, e o maior local de área verde da cidade é o famoso Parque do Cocó.



A Gastronomia em Fortaleza é tipicamente nordestina; baseia-se, fundamentalmente, na pesca, na pecuária e em algumas culturas agrícolas. Da pesca sobrevêm a lagosta, as inúmeras variedades de peixes, o camarão, o caranguejo e pratos como a peixada, o camarão ensopado ao alho e óleo, o caranguejo cozido, as patinhas à milanesa e o casquinho de caranguejo. Da produção agrícola destacam-se a macaxeira, a batata-doce, o coco e o milho, responsáveis pelos bolos, cuscuz, mungunzá, canjica, pamonha, pé-de-moleque e o próprio milho cozido ou assado. O feijão e o arroz oferecem um dos pratos mais típicos da região: o baião-de-dois com manteiga e queijo de coalho.
Da cana-de-açúcar, o nutritivo caldo, a popular rapadura, mas é a cachaça o principal produto degustativo. A carne seca, herança do ciclo do couro, é aproveitada no preparo da paçoca, batida no pilão com a farinha de mandioca e, assada, acompanha o baião-de-dois. A panelada, a buchada, o sarrabulho ou sarapatel são ainda exemplos de pratos salgados difundidos no Estado.

A cozinha cearense tem sabores tropicais e exóticos, com temperos peculiares, agradam aos mais exigentes paladares.
Das frutas tropicais, caju, mamão, coco, manga, goiaba, maracujá, graviola, jaca, abacate, sapoti, murici, cajá, dentre outras, são elaborados doces, sucos e sorvetes. E como sub-produtos do caju ressalte-se a cajuína e a castanha, industrializada ou de produção caseira.
Frutos do mar são outro ingrediente de pratos típicos da cozinha fortalezense, tais como moqueca de arraia, peixadas de cavala e pargo. O camarão também é uma iguaria bem degustada em pratos como o "arroz de camarão" ou "bobó de camarão".
Os polos gastronômicos, da Varjota, Praia de Iracema e a Avenida Beira Mar são os locais com maior diversidade de restaurantes de cozinhas diversificadas de várias nacionalidades, além de pizzarias, churrascarias, lanchonetes, cozinhas contemporânea e regional. Outro polo gastronômico fica no sul de Fortaleza, na divisa com Eusébio, nas tapioqueiras, um centro de vendas com vários restaurantes especializados no preparo desta que é uma das comidas típicas do Nordeste, a tapioca.

Frutos do Mar: Os produtos do mar são os mais característicos da culinária cearense, despertando o interesse dos turistas, principalmente daqueles cujas cidades não são banhadas pelo mar. O prato de peixe mais tradicional é a "peixada cearense" (cozido de peixe com legumes, acompanhado de pirão de farinha), servida em todos os restaurantes da cidade, dos mais simples aos mais sofisticados.
Símbolo da culinária cearense, a lagosta é outro produto do mar muito requisitado pelos turistas. O Ceará é o maior exportador brasileiro do produto, sendo Fortaleza reconhecida nacionalmente como o local onde se prepara a melhor lagosta do pais. Outros crustáceos bastante consumidos são o caranguejo, siri e a ostra. O turista pode degustar saborosos pratos com esses ingredientes em restaurantes ou, se preferir, em ambiente descontraídos, tendo como cenários os coqueiros e a brisa do mar nas barracas instaladas ao longo da orla marítima.
Servido de formas variadas, o camarão também é muito apreciado pelos visitantes. Normalmente, os pratos com camarão são baseados nas receitas nordestinas como "camarão no leite de coco", a "caldeirada" (ensopado de camarão com verdura, legumes e diversos temperos), e o camarão ao alho e óleo.

Do Sertão: Arroz, feijão, manteiga e queijo coalho combinam para fazer um dos pratos mais populares: o baião-de-dois. Do sertão vem, também, a carne de sol com paçoca ou macaxeira. A carne é utilizada para preparar a paçoca, um prato feito à base de carne seca torrada e pisada no pilão com farinha e cebola. Muita gente não consegue resistir a uma panelada (cozido de vísceras e mocotó de boi), a buchada (saquinhos de pedaço de bucho, recheados com miúdos de carneiro), o guizado de carneiro (também conhecido como carneirada), o sarrabulho (picadinho de vísceras e sangue talhado de porco), ou a carne assada com coalhada.
Nem só de carne e frutos do mar se alimenta o povo cearense. Na sua mesa, são encontradas várias guloseimas, apropriadas para o café da manhã ou na tradicional "merenda" (expressão tipicamente nordestina). Das casas de farinha, vêm as tapiocas (preparadas com goma e coco ralado), o grude (também feito com goma e coco ralado) e a rosca de goma. Nos engenhos de cana de açúcar, são feitos o nutritivo caldo de cana e a popular rapadura.

20/10/12

Rios voadores

Rios voadores são cursos de água atmosféricos, invisivíes, que passam em cima das nossas cabeças transportando umidade e vapor de água da bacia Amazônica para outras regiões do Brasil.

A floresta amazônica funciona como uma bomba d'água. Ela puxa para dentro do continente umidade evaporada do oceano Atlântico que, ao seguir terra adentro, cai como chuva sobre a floresta. Pela ação da evapotranspiração da floresta esquentada pelo sol tropical, as árvores devolvem a água da chuva para a atmosfera na forma de vapor de água, que volta a cair novamente como chuva mais adiante.

O termo "rio voador" descreve com um toque poético um fenômeno real que tem um impacto significante em nossas vidas.


04/06/12

Peixada com pirão de Fortaleza




O Brasil é um país rico em aromas e sabores. Aqui no nordeste esses sabores são traduzidos em pratos típicos que fazem sucesso entre brasileiros e turistas estrangeiros. É o caso do acarajé baiano, do baião de dois cearense, da charque pernambucana e de tantos outros pratos deliciosos típicos da região.
Hoje trouxemos uma receita que além de saudável, por ser feita com peixe, legumes e verduras, é muito saborosa: A peixada cearense com pirão.
O principal ingrediente do prato é o peixe, e você não precisa se prender a um tipo especifico de peixe. Pode usar sirigado, pargo, badejo e qualquer peixe que seja saboroso. Lembrando que quando feito com peixe fresco, o prato fica mais gostoso.

Ingredientes:

Para o caldo, você vai precisar de :
- 6 xícaras (chá) de água
- 2 cabeças de peixe
Para a peixada:
- 1 quilo de peixe em posta (ou filé)
- Suco de 1 limão
- 2 cebolas grandes (cortadas ao meio)
- 1 pimentão verde grande ( cortados em rodelas ou tiras)
- 3 tomates maduros, porém não moles (corte em 4 partes)
- Coentro e cebolinha a gosto
- 1 pimenta de cheiro bem picada
- 1 garrafa pequena de leite de coco
- 3 ovos cozidos
- 3 batatas inglesas grandes ( cortadas em rodela)
- 2 cenouras grandes em rodelas grossas
- 3 fatias grossas de repolho branco
- Azeite de oliva para refogar
- Pimenta do reino branca a gosto
- Coentro e cebolinha a gosto
- Sal a gosto
Para o pirão:
- Coentro e cebolinha a gosto
- Farinha de mandioca

Preparo:

Coloque a água e as cabeças de peixe para ferver por 30 minutos. Reserve.
Lave bem o peixe e regue com o suco de limão. Tempere com o sal, pimenta branca e a pimenta de cheiro. Cubra o peixe e deixe marinando por 30 minutos para que possa tomar gosto.
Cozinhe os ovos, as batatas, as cenouras e o repolho e separe.

Em uma panela grande de fundo largo, despeje o azeite e refogue as cebolas. Acrescente os tomates, os pimentões e o coentro. Acomode as postas de peixe em cima deste refogado e regue com o caldo e o leite de coco. Acrescente mais sal se não estiver no gosto desejado. Cozinhe até que o peixe esteja macio e firme, em média 20 minutos. Após cozido, acrescente os ovos, as cenouras e o repolho, levando novamente ao fogo por 5 minutos.
Dica: Acrescente camarões médios sem cabeça nos últimos 5 minutos de cozimento.
Pirão:
Retire um pouco do caldo do peixe, coloque coentro e cebolinha picadinhos e leve ao fogo.
Coloque a farinha de mandioca aos poucos, dessa forma você pode controlar a textura. O pirão ideal não fica grosso, seu ponto é semelhante ao de mingau.
Se por acaso colocar muita farinha e o pirão ficar muito grosso, acrescente um pouco mais de caldo.
Sirva com arroz branco .

01/06/12

O Pastel de feira




Pastel é um alimento composto por uma massa a base de farinha (em muitos casos, misturada a cachaça) a que se dá a forma de uma caixa ou envelope, que se recheia e depois se frita. É um dos alimentos mais frequentemente encontrados em carrinhos de rua e centros de comércio popular do Brasil.

Os pastéis são geralmente pequenos, ao contrário das tortas, empadões ou pastelões e podem ser doces, ou salgados, como os pastéis de carne e queijo.

É um alimento muito comum em feiras populares do Brasil, sendo que muitas pessoas consomem substituindo uma refeição. Muitas vezes é acompanhado com um copo de caldo de cana ou água de coco.

Um pouco de História...

Os pastéis, como conhecemos no Brasil, foram inventados na década de 1940 por descendentes de imigrantes japoneses em Santos, São Paulo, que modificaram a receita da Gyoza, pastelzinho de origem Chinesa, servido frito em imersão, no vapor ou na chapa, para usar recheios tipicamente brasileiros e uma massa diferenciada, que em sua composição leva cachaça.

A receita rapidamente se espalhou por São Paulo e depois pelo resto do país, sendo ainda na década de 1940, um dos alimentos mais consumidos na cidade de São Paulo, sendo vendido tanto em feiras livres quanto em pastelarias. Na década de 1950, o costume de comer pastéis chega ao Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, onde a primeira pastelaria é fundada nas cercanias do antigo abrigo de bonde de Santa Tereza, atual Mercado das Flores.

Na década de 1960, o costume espalha-se para o sul do país, sendo em 1962 fundada a primeira pastelaria da cidade de Maringá, espalhando-se o costume para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina durante a década de 1970, quando se cria a primeira pastelaria de Blumenau.

Os recheios que à princípio eram de carne, queijo e palmito, há tempos não são mais os únicos do cardápio. As opções ficaram bem variadas, com misturas conhecidas como frango com catupiry, camarão, bauru, bacalhau, carne seca, etc.

>> RECEITA DA MASSA PARA PASTEL

Ingredientes

3 colheres (sopa) de óleo
1 colher (sopa) de cachaça
1 ovo
1/4 colher (chá) de sal
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de água morna

- 240 ml de óleo para fritar óleo de milho (não é de soja)

Modo de preparo

1.Bata todos os ingredientes (exceto a farinha de trigo) no liquidificador junto com 1/2 xícara (chá) de água morna.
2.Acrescente aos poucos, 1 xícara (chá) de farinha e bata até obter uma mistura homogênea.
3.Coloque o restante da farinha numa tigela e faça um buraco no meio.
4.Despeje a mistura líquida e vá misturando com as mãos e amassando até que a massa fique bem ligada.
5.Comece a passar a massa pela máquina de fazer macarrão, regulada na abertura máxima.
6.Quando a massa começar a estalar, vá diminuindo a abertura até que ela fique bem fina.
7.Estenda a massa sobre uma superfície polvilhada com farinha.
8.Espalhe porções do recheio escolhido sobre metade da massa e cubra com o restante, apertando bem as bordas.
9.Corte os pastéis com uma carretilha ou uma faca.
10.Frite em óleo quente e escorra com uma escumadeira e uma travessa forrada com papel absorvente.

Rendimento: 10 porções


O PASTEL DE FEIRA!!!!!

Não dá para comprar pastel de feira em outro lugar, pois não será da feira! Simples assim!
Só os que já foram agraciados com essa maravilha da culinária paulistana* entendem.
E, é claro, seu parceiro inseparável: o caldo de cana (ou garapa).
Depois das compras, sentar ao redor da barraca do pastel, comer um belo pastel (de todos sabores), um belo copo de caldo de cana e já estamos prontos para o “segundo tempo”.
Ou simplesmente sentar com os amigos ao redor da barraca... *Me refiro como culinária paulistana ao PASTEL DE FEIRA. Não ao pastel (forma geral)...
(http://www.antonioguilherme.net)

Hoje é impossível imaginar uma feira sem barraca de pastel, a ponto de o quitute ser reconhecido oficialmente como um símbolo da cidade de São Paulo - com a prefeitura organizando concursos e o próprio prefeito entregando pessoalmente o prêmio. Os pasteleiros nem sempre contaram com a simpatia do poder público. Ao longo dos anos tiveram que lutar contra várias administrações desde que os primeiros tachos de óleo quente apareceram nas feiras livres da cidade.

Como a maioria do comércio informal, não se sabe com precisão quando começou o comércio de pastéis nas feiras. Alguns registros dizem que foram imigrantes japoneses da ilha de Okinawa, movidos pelo aperto econômico, que deram início à tradição.

A primeira regulamentação da categoria data de 1966. Mas isso não foi garantia de tranqüilidade para os pasteleiros. Nos anos 70 e 80 foram várias ações oficiais para coibir a venda de pastéis nas feiras. Enquanto algumas apertavam a fiscalização em torno de alvarás e condições sanitárias, outras pretendiam banir completamente os pastéis das feiras.


Método de Trabalho de Pasteleiro

O Pasteleiro Profissional Donizete - “Pastel do Trevo” de Bertioga, São Paulo explica que Pasteleiro tem o dia da Refoga na Semana. Todos os recheios dos Pastéis da venda do final de semana, são feitos num único dia. Faz todos os recheios da venda daquele final de semana, proporciona o que será de cada dia (sexta, sabado e domingo) e congela. Congelamento é vapt-vupt, gavetão de resfriamento rápido. Depois transfere para as outras gavetas. Já o descongela é devagarinho na véspera (a leva que vai vender no dia seguinte), o tempo todo o descongelamento dentro da geladeira (não é para colocar em temperatura ambiente para descongelar). Ele não fica nem 4 dias congelado, descongelado é sabor e cheiro de fresco ainda. Então monta os pasteis, coloca entre os panos de algodão (branquinho, passados a ferro), acomoda nas gavetas, e vai trabalhar... Gaveta de Pasteleiro é sem refrigeração (tipo cômoda de madeira, cheio de pasteis, cada gaveta 1 sabor). Donizete explicou que pode vender assim tranquilamente que dá certo. Não é para se preocupar por causa do tomate , azeitona , salsinha... Não vai azedar. Pasteleiro trabalha meio periodo vendendo, o Pastel de Palmito é o primeiro sabor a acabar, sempre, não dá tempo para ele estragar.

O Pastel do Trevo, em Bertioga, na Rio-Santos, começou como uma barraquinha. O tamanho generoso de 30 centímetros de pastel (vale por dois de tamanho normal) e a fartura de recheio deram fama ao lugar, que ganhou mais espaço na entrada da cidade. E até filiais...

ALGUMAS RECEITAS DE RECHEIOS PROFISSIONAIS (por Donizete de Bertioga )

>> PASTEL DE BACALHAU

Ingredientes:

2 Kg de bacalhau cozido e picado;
2 cebolas médias picadas;
3 dentes de alho médio picados;
3 tomates médio picados;
3 pimentas de cheiro picadas;
¹/2 xícara de gordura vegetal hidrogenada;
1 colher de café de glutamato monossódico;
2 colheres de sopa de açafrão;
3 xícaras de farinha de trigo;
2 colheres de sopa de azeite;
3 xícaras do caldo do bacalhau;
Salsa e cebolinha verde picadas;
Tomate em rodelas / azeitonas sem caroço.

Modo de preparo: Bacalhau – Numa panela cozinhar o bacalhau dessalgado com açafrão. Escorrer o bacalhau, reservando 3 xícaras do caldo. Picar o bacalhau em cubos médio, tirando as espinhas e o couro.

Molho: Numa panela, aquecer o óleo, dourar o alho, fritar a cebola, a pimenta de cheiro, juntar o tomate e refogar. Acrescentar o bacalhau, deixar ferver e verificar o sal do molho. Juntar a farinha de trigo aos poucos, mexendo sempre para não empelotar. Desligar o fogo quando o molho estiver soltando do fundo da panela. Acrescentar o cheiro verde quando o recheio estiver frio.

Montagem do pastel de bacalhau: Abra a massa, coloque uma rodela de tomate, uma azeitona e o bacalhau a gosto. Carretilhar o pastel e fritar em gordura vegetal hidrogenada.


>> PASTEL DE FRANGO

Ingredientes:

2 kg de filé de frango cozido e picado;
180 gr de gordura vegetal hidrogenada;
2 dentes de alho médio picados;
2 cebolas média picadas;
2 tomates médio picados;
2 colheres de sopa de sal;
1 colher de sopa de glutamato monossódico;
¹/2colher de sopa de pimenta do reino;
1 colher de sopa de colorífico;
Salsa e cebolinha verde picadas;
1 xícara de chá de vinagre.

Modo de preparo: Escaldar os filés de frango com água quente e vinagre. Cozinhar sob pressão durante 40 minutos, escorrer e picar em cubos pequenos.

Molho: Numa panela, aquecer a gordura vegetal, dourar o alho, a cebola e deixar fritar. Juntar o tomate, o sal, o glutamato monossódico, a pimenta do reino e o colorífico. Deixar ferver bem e juntar o frango picado e misturar até a sua incorporação total. Acrescentar o cheiro verde quando o recheio estiver frio. E está pronto para fazer os pastéis.

Montagem do pastel de frango: Abra a massa, coloque uma fatia de tomate, uma azeitona e o frango à gosto. Frite em gordura vegetal.


>> PASTEL DE QUEIJO

Ingredientes:

Queijo tipo mussarela;
Rechear o pastel com 2 fatias de mussarela.


>> PASTEL DE PIZZA

Ingredientes:

3 fatias de queijo mussarela;
1 fatia de tomate;
1 azeitona sem caroço;
Orégano a gosto.

Montagem do pastel de pizza: Abra a massa, coloque 2 fatias de mussarela, o tomate, a azeitona, salpique orégano e cubra com 1 fatia de mussarela. Frite em gordura vegetal hidrogenada.


>> PASTEL DE BAURU

Ingredientes:

3 fatias de queijo mussarela;
1 fatia de tomate;
1 fatia de presunto.

Montagem do pastel de pizza: Abra a massa, coloque 2 fatias de mussarela, o tomate, o presunto, e cubra com uma fatia de mussarela. Carretilhar o pastel e fritar em gordura vegetal hidrogenada.


>> PASTEL DE PALMITO


3 kg e 600 g de palmito pedaçudo em rodelas médias (ele que dará qualidade ao seu recheio)
+ 1 kg e 200 g de palmito cortado em rodelas (micropicado)
240 ml de óleo de milho (não é de soja)
7 dentes de alho
6 cebolas médias, processadas até virar purê
6 tomates Débora vermelhos grandes " em rodelas" (tomate com tudo - 800 g)
4 colheres (sopa rasa) de sal
3 colheres (sopa) glutamato monossodico (conservante e ativa o sabor natural - os sachês Sazon e Mais Sabor são glutamato monossodico, cristais saborizados, se não quiser usar o Ajinomoto tradicional puro)
120 ml - extrato de tomate (exato 1 copo americano)
1 litro de leite longa vida
4 copos de 200 ml - farinha de trigo
1 maço de salsinha dos gordos, micropicado

Rendimento: 50 pastéis enormes (4,800 kg)


Modo de preparo:

Molho: Aquecer a gordura numa panela, dourar o alho, juntar a cebola e deixar fritar bem.
Acrescentar o extrato de tomate, o tomate, o sal, o glutamato monossódico e deixar refogar bem.
Depois de cozido o molho, juntar a farinha de trigo, misturando até a sua incorporação total.
Ir acrescentando o leite aos poucos. Quando o molho soltar do fundo da panela, juntar o palmito picadinho e misturar bem.

Montagem do recheio:

Numa vasilha, coloque uma camada de palmito picado e outra de molho. Repita este processo mais uma vez. Acrescente o cheiro verde e está pronto para fazer os pastéis.

Montagem do Pastel: Abra a massa, coloque uma rodela de tomate, uma azeitona e o molho
de palmito a gosto. Carretilhar o pastel e fritar em óleo ou gordura vegetal (300g).


MAIS NO SITE Donizete de Bertioga >> PASTEL DE SIRI >> PASTEL DE VATAPÁ >> PASTEL DE BACALHAU >> PASTEL DE CAMARÃO... “Pastel do Trevo” de Bertioga


Como Montar uma Pastelaria
No vídeo você verá as definições de pastel e de pastelaria, assim como as possibilidades de mercado para esse ramo da alimentação rápida. Conheça, também, algumas opções de recheios.



Concurso: Melhor Pastel de Feira de São Paulo

O concurso começa com centenas de participantes e a população tem um mês para votar em sua barraca preferida. Depois dessa fase, 50 barracas são selecionadas e contam com a visita surpresa de juízes. Durante essa etapa, atendimento e higiene recebem atenção especial. Os dez melhores disputam a final.

O juri formado por uma equipe de chefes de cozinha, empresários do ramo gastronômico e jornalistas, escolhem o melhor pastel.



Pastel de Palmito